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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Aula de Jump 2 Ac Corpus Centro

domingo, 1 de maio de 2011

Cerveja dá barriga?

A cerveja é uma bebida fermentada que, quando consumida em excesso, leva à formação de gases com conseqüente distenção abdominal, dando origem à famosa, deselegante, protuberante e odiada "barriguinha".

Apesar de ser uma bebida com baixo teor alcoólico -- 1 latinha de cerveja tem em média 6% de álcool e por volta de 130 calorias -- é a bebida eleita pelo brasileiro que por sua vez acaba exagerando na dose e consumindo além da conta.

Uma cervejinha não tira ninguém da linha mas váááárias, sem dúvida, não há abdômen que resista à elegância.

Principalmente quando acompanhada pelos engordurados e "engordativos" petiscos (salaminho, provolone, pastéizinhos, croquetes, amendoins, pistaches, castanhas e outros).

Em contrapartida, tomar cerveja de estômago vazio provoca hipoglicemia (baixas taxas de açúcar no sangue) com sintomas de palidez, tontura, fraqueza e mal estar geral.

Extrapolar no consumo da cervejinha, ou qualquer outra bebida alcoólica, leva nosso corpo a buscar e priorizar mecanismos de desintoxicação para a eliminação do etanol (álcool) com conseqüente prejuízo no metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas. Esse desvio no metabolismo proporciona o acúmulo de energia sob a forma de gordura corporal (barriguinha, barrigona, pneuzinhos e todas as formas "odiadas de gordurinhas").

Cada grama de álcool fornece 7 calorias, quase a quantidade de 1 grama de gordura (9 kcal). Com o agravante que as bebidas alcoólicas não fornecem nenhum nutriente de significativa relevância, apenas energia.

Excesso de energia, sem gasto (haja gasto!!) acumula-se sob a forma de gordura corporal, que nos homens ocorre mais na região abdominal (tipo andróide) e nas mulheres mais na região dos quadris e glúteos (tipo ginecóide). Apesar de também estar presente o tipo andróide nas mulheres.

Hoje, sabe-se que o excesso de gordura na região abdominal, independente do fator estético, tem estreita relação com o aumento de riscos para o desenvolvimento das doenças do coração.

Outro detalhe que merece ser lembrado é que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas aumenta a diurese e a desidratação, levando com isso à perda de importantes vitaminas hidrossolúveis (C e Complexo B) e minerais como Cálcio, Zinco e Magnésio.

Então..... pegue leve na "loirinha" porque em excesso ela é a inimiga Número 1 da Saúde e da Boa Forma!!!

Porque pessoas desistem de academia

O início do ano é uma época em que todo mundo, de uma forma ou de outra faz planos, entre eles o de voltar a fazer exercício físico que sem dúvida nenhuma o melhor lugar ainda é os espaços próprios como as academias de ginástica.

Lá, espera-se encontrar atividades variadas, equipamentos modernos e eficientes, profissionais habilitados e competentes, áreas arejadas e limpas, estacionamento fácil, preço compatível e principalmente bom atendimento.

Qualquer pessoa ao tomar uma atitude como a de fazer atividade física envolve um fator primordial que é a motivação vinda de dentro (intrínseca) e a influência externa (extrínseca). Para que haja sucesso os dois componentes devem se completar. Ou seja, o sujeito que faz a matrícula numa academia já recebeu a primeira dose de motivação simplesmente porque ninguém foi lá na casa dele busca-lo. Logo, todo matriculado é um cliente com potencial para permanecer por muito tempo. A partir daí passa a contar a influência externa de como esse cliente vai ser tratado e quais são os artifícios que os profissionais irão usar para ele não desistir a começar pela secretaria. A arte de conquistar clientes deve ser treinada. Ele quer receber todas as informações verdadeiras. Não adianta “enfeitar o pavão” prometendo “mundos e fundos” porque a verdade aparece muito rápido. Depois de conhecer a academia é hora das avaliações funcionais. A verdade deve ser dita sem promessas de milagre. Algumas pessoas têm mais dificuldades de emagrecer e/ou ganhar massa muscular e outras não. Se o cliente vem com uma fantasia corporal criada pela mídia que ele não pode alcançar isso, com muito jeito deve ser dito já na avaliação. Um profissional que faz várias avaliações todos os dias tem essa habilidade além saber incrementar outro fator extrínseco que é a meta viável que o cliente deve perseguir na academia coerente com as intenções, interesses e motivos que o levaram para lá

Em seguida é hora da ação. A atividade física deve ser sugerida de acordo com o perfil, a personalidade e gosto do cliente. Por exemplo, um sujeito muito ativo, irrequieto e comunicativo pode ser encaminhado para as atividades coletivas como a ginástica localizada, o jump, o ciclismo indoor ou mesmo as danças que têm um forte apelo social. Já o quieto, tímido e inibido pode ir para a musculação. O importante é despertar o prazer de fazer a atividade física sedimentando ainda mais a motivação que ele já trouxe de casa. Fazendo uma analogia com o namoro, no começo a gente só vê as qualidades.

O reconhecimento social, os elogios certos nos momentos oportunos e a premiação fazem parte da motivação externa. Ou seja, o resultado esperado começa a aparecer, mas de uma forma natural sem “puxa-saquismo”. O cliente não é burro e não adianta dizer para ele uma coisa que não é real. Cada desilusão pode levá-lo pouco a pouco à desmotivação. Também como no namoro a cada mentira ou enrolação a relação vai esfriando.

A permanência do cliente dentro da academia depende de vários fatores, mas o que pesa mais ainda é o professor da atividade escolhida. É dele a tarefa de mantê-lo motivado estabelecendo um vínculo cada vez mais forte com as metas pessoais que são refeitas a cada nova conquista. Com isso cria-se a empatia e uma espécie de dependência entre professor o programa e o cliente.

Por conta disso, é de se esperar que rotatividade de professor também gere rotatividade de clientes. Empresários sem capacidade de manter seus professores não conseguem fidelizar clientes. São os que pagam pouco, atrasam pagamento, não oferecem um plano de carreira atrelado a cursos completados pelos professores, elogiam pouco, dão broncas demais, insistem em explorar mão de obra barata trocando constantemente sua equipe, não ouve os funcionários entre outros desmandos. Aí reclama do cliente.

Vários trabalhos podem ser encontrados na Internet mostrando os motivos que levam clientes abandonarem a academia é rotatividade de professores, espaço físico desconfortável e pouco ventilado, falta de higiene nos aparelhos e/ou equipamentos e por último preço. Atividades como ciclismo indoor, por exemplo, deve ter um funcionário pronto para limpar as bicicletas antes de começar outra aula assim como os colchonetes da ginástica localizada. Clientes não saem da academia por causa do preço e sim por ser incompatível com o serviço oferecido.

Diabetes

Dizer que uma pessoa tem diabetes é o mesmo que dizer que ela tem uma quantidade de açúcar no sangue acima do que seria normalmente esperado. Até que isso poderia não significar muito, a não ser pelo fato de que este excesso de açúcar e as alterações hormonais que o acompanham costumam agredir os vasos sanguíneos e alguns dos principais órgãos do nosso corpo.

E a pergunta que logo vem à mente é: por que essas pessoas acumulam uma quantidade maior de açúcar no sangue? A resposta está em um hormônio bastante conhecido: a insulina.

Para entender melhor, imagine que você esteja dirigindo e seu carro começa a falhar. No painel, uma luz indica que é preciso reabastecê-lo. Após encher o tanque, o automóvel volta a funcionar. Agora pense na mesma situação acontecendo com o seu corpo. Assim como o veículo, a máquina humana também precisa de combustível para entrar em ação. Se faltar gasolina, o organismo sofre as conseqüências. Nosso combustível é a glicose (açúcar) retirada dos alimentos, que produz a energia necessária para sobrevivermos. Da mesma forma que a gasolina necessita de uma mangueira para ser colocada no tanque, a glicose precisa da insulina, hormônio fabricado no pâncreas que facilita a entrada do açúcar nas células. Só que para quem tem diabetes esse mecanismo não funciona assim. Quando o organismo não produz, produz insuficientemente ou não processa a insulina de forma adequada, há um aumento das taxas de glicose no organismo que, em níveis elevados, pode ser tóxica e levar a uma série de conseqüências.

Previnindo e tratando o diabetes


Os principais objetivos do tratamento de qualquer tipo de diabetes:


Normalizar os níveis de glicemia.

Manter diariamente o bem-estar físico e psicológico.
Permitir horários flexíveis de alimentação e atividades físicas.
Evitar variações extremas da glicemia (hipoglicemias e hiperglicemias).
Conseguir o melhor controle possível para evitar ou retardar complicações.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Aumente o seu Metabolismo

7 dicas que além ajudar o metabolismo, irá melhorar o seu desempenho

1. Pratique
esportes. Fazer exercícios 4 ou 5 dias na semana é muito eficaz para o aumento metabólico.

2. Evite comer alimentos gordurosos e ricos em gorduras saturadas, que não dão a sensação de plena satisfação, e nos fazem comer mais. Acrescente na sua dieta carboidratos eproteínas. E dê preferência para alimentos que queimam mais calorias,ou seja, com pouca gordura.

3. Não se esqueça do café da manhã, já que nessa hora do dia o corpo está preparado (e esperando) para receber alimentos. Se você pula essa refeição para emagrecer, está muito enganado.

4. Pular alguma refeição não fará que emagreça. A própria digestão queima calorias, então comer no período da manhã ajuda a manter um gasto energético constante.

5. Mastigue bem. Comer devagar ativa os mecanismos de resposta da saciedade para o corpo. Então a sensação de que já está satisfeito aumenta.

6. Não exagere no café, pois a cafeína até pode acelerar o metabolismo, mas não é uma panaceia. O corpo se adapta ao seu consumo, o que fará você beber cada vez mais café para surtir algum efeito.

7. Desconfie das dietas hipocalóricas. Funciona em curto prazo, mas passado um tempo o metabolismo se acostuma a trabalhar no modo poupança, e como chega pouca energia através da comida, dá mais trabalho para queimar as calorias.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Condromalácea da Patela

A articulação patelo-femoral é sítio de inúmeras lesões, dentre as quais destaca-se: a Condromalácea da patela. É a degeneração sustentada da cartilagem patelar. A patela é um osso, que serve de polia para a passagem do tendão do quadríceps. Articula-se com o fêmur, e quando ocorre alguma compensação biomecânica, observamos desgaste da cartilagem da patela (em contato com o fêmur). Em síntese Condromalácea patelar é o choque da patela, com o côndilo do fêmur, levando a um desgaste da cartilagem articular. Com a condromalácea, observa-se também, uma sinovite reacional devido ao impacto da bursa supra-patelar.

COMO OCORRE A LESÃO

Destacam-se dois mecanismos principais: síndrome do estresse fêmoro-patelar e trauma direto sobre a patela (impacto). Entretanto, desconhece-se a causa exata. Apontamos uma biomecânica patelar anormal, devido a desvios estruturais, como principal fator etiológico, porém o que se observa, é que pessoas com ângulo patelar normal, também adquirem condromalácea patelar. Sustento que, nestes casos, o que pode causar a patologia, é uma musculatura fraca, com pouca tonicidade, que venha a aumentar a descarga no tendão, sobrecarregando a patela.

ESTÁGIOS DA LESÃO

I- Amolecimento da cartilagem
II- Descolamento
III- Ulceração
IV- Formação de crateras e eburnação.

O atleta pode referir dor no joelho quando subir e descer escadas, no agachamento, quando se levanta de uma cadeira, na caminhada e, sobretudo, na corrida. Pode-se observar presença de edema ao redor da patela ou uma sensação de esmagamento durante a flexo-extensão do joelho. Vemos também, crepitação e dor à palpação na borda inferior da patela. Freqüentemente, o paciente reclama de rigidez depois de ficar muito tempo sentado e sente que o joelho" falseia”. Para identificar o problema: teste da compressão patelar (rechaço), RX e até mesmo ressonância magnética se necessário.

TRATAMENTO

Inicialmente, medidas conservadoras são o tratamento de escolha.
I – Evitar as atividades que provoquem dor: subir escadas, inclinações profundas dos joelhos e cócoras.
II- Uso de anti-inflamatórios orais.
III – Fortalecimento muscular de Quadríceps, principalmente, de vasto medial oblíquo (VMO), pequeno músculo que estabiliza a patela. Além dos isquitibiais ( músculos posteriores da coxa).
IV – Exercícios em cadeia cinética fechada (com os pés apoiados, sem sair do solo ou aparelho), são recomendados. Hack Machine, Leg press, Leg 45º, observando-se amplitude livre de dor.
V – Exercícios isométricos contra-resistência (sustentando o peso), devem ser realizados rotineiramente (cadeira extensora).
VI – Dentre as técnicas da eletroterapia, vemos no TENS um bom recurso para inibir os impulsos aferentes da dor, diminuindo o quadro álgico,
VII – A crioterapia (gelo) é um recurso eficaz para reduzir as necessidades metabólicas no local da lesão, principalmente, nas fases iniciais. Pode se usar calor posteriormente.
VIII- Alguns pacientes referem “melhora” usando uma “joelheira” de neoprene, aumentando compressão na área e/ ou, uma tira infra-patelar para alinhamento e pressão no tendão de Aquiles.
IX – O uso de palmilhas para corrigir pronação acentuada também pode ser útil em muitos casos.

RETORNO PARA ATIVIDADES

Não há necessidade de o atleta parar a atividade, a não ser que seja uma dor incapacitante que o leve no futuro a realizar cirurgia (em caso extremo). Normalmente, o atleta apresenta melhora significativa com tratamento conservador (fisioterapia).Então, desde que o atleta consiga tolerar a dor e o desconforto, ele pode continuar a treinar e competir, observando:

- Modificar o treino reduzindo a corrida, substituindo por bicicleta ergométrica.
- Exercícios de musculação para grandes e pequenos grupamentos musculares.
- Exercícios de alongamentos, principalmente quadríceps e isquiotibiais.

Desta forma, reduzindo o impacto quando ocorrer a dor, e treinando normalmente quando a dor desaparecer, o atleta estará mantendo seu nível de condicionamento, bem como sua performance e não prejudicará sua participação nas competições.

"Não desista dos treinamentos"

Aproximadamente metade dos alunos das academias deixa de frequentá-la após um período que varia de três a seis meses. Esses alunos ficam divididos entre a frustração de não continuar, mesmo após ter pago as mensalidades, e uma série de desculpas para ficar longe dos aparelhos de ginástica.

Observe algumas recomendações de alguns profissionais para não abandonar a malhação:
- Cuidado com a empolgação pós-matrícula. Exagerar nos primeiros dias aumenta o risco de se machucar.
- A melhor atividade física é aquela que agrada o atleta. Não adianta investir em musculação se a "sua praia" é natação.
- Peça ajuda ao Profissional de Educação Física. "Exercícios feitos corretamente dão os resultados que você mais espera ".
- A avaliação física ajuda a definir o melhor programa para os resultados esperados. Ela deve ser repetida a cada três meses. Comparar os resultados é estimulante.

Siga em frente e não desista.

Bom treino:

Profº Joel Alves


BODY COMBAT

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